The Science of Art

8 MAIO 2015

1ª SESSÃO: PEDRO ALVES DA VEIGA – PRINCIPIUM
Dir. Catarina Pombo Nabais & Graça P. Corrêa

Seminar 1 The Science of Art

PROGRAMA

17:00h – Apresentação dos seminários SAP-Lab 2015 (30 minutos)
17:45h – Pedro Alves da Veiga, “Principum” (30 minutos + 15 minutos de discussão)
19:00h – Beberete e Inauguração Exposição “Principium” de Pedro Alves da Veiga

Principium é tudo o que nos forma, ao nível mais intrínseco, a própria vida e a consciência. É a relação entre a matéria e os pensamentos e as suas múltiplas ligações e efeitos. É o fascínio por esta energia misteriosa que anima os nossos corpos, pelos mistérios que se passam no seu interior, pela vida das nossas células, pela semelhança dos universos microscópicos e macroscópicos.

Principium é também uma parábola sobre o tempo: desde a fracção de segundo em que a água em movimento é congelada e exposta para a eternidade, passando pela coexistência de elementos gráficos oriundos de diferentes épocas e séculos num cenário único.

Principium é ainda uma forma de pensar sobre o corpo e de prestar homenagem aos grandes artistas pioneiros nas ilustrações das ciências médicas, como Juan Valverde de Amusco (séc. XIV) ou Andreas Vesalius, passando por Benjamin Waterhouse Hawkins, Nicolas Henri Jacob, Jean-Baptiste Marc Bourgery, Odoardo Fialetti, Jan Wandelaar, John Bell, Julius Casserius até George Henry Ford e Joseph Maclise (séx. XIX), entre tantos outros.

http://pedroveiga.com/principium/

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18 JUNHO 2015

2ª SESSÃO: GONÇALO WADDINGTON- ALBERTINE, O CONTINENTE CELESTE
Dir. Catarina Pombo Nabais & Graça P. Corrêa

17:00h às 19:00h
Faculdade de Ciências, Universidade de Lisboa, Sala 1.3.33 (Anfiteatro)

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Albertine, o continente celeste é um texto original de Gonçalo Waddington tendo como ponto de partida a obra Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust, e os trabalhos de alguns dos mais destacados físicos teóricos e cosmólogos dos nossos dias, como Stephen Hawking, Lee Smolin, Sean Carroll , Carlo Rovelli e Pedro G. Ferreira.

Ao abordar estas obras fundamentais da arte e da ciência, o intuito de G. Waddington é o de reflectir sobre a memória e o tempo. A memória como ferramenta para compreender o passado, mas também a memória imaginada, propositadamente ou não, reconstrutora daquilo que julgamos ter sido e, consequentemente, re-inventora do nosso eu.

Este texto foi estreado no Teatro S. Luiz em Outubro de 2014, num espectáculo com encenação de G. Waddington e interpretação de Carla Maciel e Tiago Rodrigues; e publicado em Março de 2015 pela Editora Abysmo.

 

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